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Prisões Holandesas Fecham As Portas


Após os 40 anos da regulamentação do consumo e porte de maconha na Holanda ao contrario das previsões pessimistas a criminalidade vem diminuindo em um país onde existia mais presos que seus demais vizinhos, por falta de presos os presídios tem sido usado para outros fins como exemplo o hotel de luxo da foto.

Diante do sucesso a medida administrativa teve apoio de 70% da população ao passo que 65% são a favor da legalização completa do uso da planta.

Fontes:

Prisões na Holanda - BBC

Maconha na Holanda - Opinião e Notícia

Prisão vira hotel - G1



Não permita que a chama se apague. 





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Maconha Previne Câncer



Cannabis pode efetivamente tratar o câncer? Cannabis tem muitos usos fascinantes, como a expansão da consciência, auto-revelação, e auxílio de meditação, juntamente com suas características medicinais fascinantes, tais como a capacidade de aliviar a dor, náuseas, tonturas, et cetera. Os efeitos profundos esta substância pode ter sobre o corpo, mente e espírito tem sido um tema de interesse humano durante o tempo que registrou a história em si. Verificou-se para aliviar os sintomas e trazer conforto para aqueles que experimentam convulsões, náusea, dor de nervos, esclerose múltipla, e de ansiedade, entre outras coisas. 

Muitas pessoas diferentes, com uma grande variedade de doenças e enfermidades atestar a tranquilidade e alívio sentido de usar a cannabis como uma verdadeira medicina. Foi dito que, com o respeito e a devida atenção que merece cannabis, que potencialmente poderiam substituir prescrição pílulas para dormir, analgésicos, antidepressivos, pílulas náuseas e uso de ansiolíticos. Talvez o tema mais popular do debate quando deliberar a relevância da Cannabis em a prática da medicina é se é ou não, na verdade, pode curar o câncer. A alegação de que a maconha pode curar o câncer tem sido contestada por muitos anos e foi confirmado por pesquisadores que a cannabis não têm a capacidade de reduzir o crescimento do tumor através da indução de morte celular e a inibição do crescimento celular. Ele também ajuda por aliviar os sintomas associados ao câncer e quimioterapia e fornecer a imbiber com uma atitude positiva e perspectivas para sua batalha. Cannabis começa a ter um papel central no tratamento de cancro e da doença humana em geral.

Através de nossa grande estudo do passado, foi descoberto que a cannabis tem sido reconhecido e apreciado por seus benefícios medicinais de várias civilizações ao longo da história. Imperador Fu Hsi, imperador chinês entendido ter vivido em algum momento entre 2900 aC e 1600 aC, foi encontrado para ter referido Ma, chinês para Cannabis, como sendo um remédio popular para o corpo e caráter, uma vez que possui tanto yin e yang . Também verificou-se que a múmia de Ramsés II do Egito está coberto de vestígios de pólen Cannabis; os egípcios, supostamente usado Cannabis para tratar glaucoma, inflamação e arrefecimento do útero. Aparentemente, ele pode ser lido no Zend-Avesta, o antigo texto religioso persa, que Cannabis foi considerado o mais importante de 10.000 conhecidas plantas medicinais. Também foi descoberto que o texto médico romano sugere que Cannabis foi usada para tratar dores de ouvido e desejo sexual. 

A partir de hoje, Cannabis foi descriminalizada na maior parte do mundo e está rapidamente se tornando legalizado por mais e mais países. Aparentemente Cannabis, ao contrário do que a maioria iria pensar, é totalmente legal na Coreia do Norte e pode ser comprado como simplesmente como qualquer outra erva ou grão de um lugar de mercado. Nos Estados Unidos, 23 estados já legalizaram Cannabis médicos e quatro estados já legalizaram-lo para fins recreativos. O valor da Cannabis como medicamento está sendo realizado, assim como tem sido no passado. É uma vergonha que os Estados Unidos passaram por quase um século, onde os pacientes que poderiam ter realmente beneficiaram dos efeitos incríveis de Cannabis estavam sem ele, devido às leis e regulamentos. 

A calúnia contra esta erva extraordinária pode finalmente estar chegando ao fim, altura em que será mais fácil para nós para desenvolver uma compreensão ainda melhor do que todos os Cannabis pode ser usado para tratar e como suas propriedades místicas e medicinais pode ajudar as pessoas ainda mais . Um extenso cronograma criado a partir de uma compilação de fontes confiáveis ​​para qualquer um interessado na longa história da Cannabis como uma medicina física e espiritual.

Fonte: TimeWheel.Net



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Assistir TV Prejudica A Saúde

"Venhamos e convenhamos, ninguém nunca afirmou que ver TV era saudável. Porém, só agora os médicos descobriram o quão ruim pode ser".

Dados de oito estudos recentes sugerem que, quanto mais você assiste TV, mais propenso fica a desenvolver uma série de problemas de saúde, e mais chances têm de morrer mais cedo.

Os estudos incluíram mais de 175.000 pessoas em todo o mundo e, geralmente, duraram entre 6 e 10 anos. Embora a concepção de cada estudo seja um pouco diferente, a maioria controlou uma longa lista de fatores de saúde (como o índice de massa corporal, níveis de colesterol e histórico familiar) em um esforço de identificar o efeito de assistir TV.

Segundo os pesquisadores, para cada duas horas adicionais que as pessoas passam coladas na TV em um dia típico, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta em 20%, e o risco de doença cardíaca aumenta em 15%. E para cada três horas adicionais, o risco de morrer por qualquer causa salta para 13%, em média.

Segundo o cardiologista Stephen Kopecky, que não participou do estudo, o aumento do risco de doenças ligadas a assistir televisão é semelhante ao que você vê com colesterol alto, pressão arterial ou tabagismo. “A nova análise eleva a importância do estilo de vida sedentário como um fator de risco”, afirma.

Em todo o mundo, assistir televisão é uma das atividades que levam mais tempo, comparáveis a trabalhar e dormir. Os cientistas dizem que, não importa em que momento da vida você esteja, seja velho ou jovem, ver muita TV não é bom.

A conexão entre a TV e doenças não é um mistério. Assistir TV consome tempo de lazer que poderia ser gasto andando, fazendo exercícios, ou mesmo apenas se movimentando. Também tem sido associado a dietas pouco saudáveis, como muito açúcar, refrigerantes, alimentos processados e petiscos (que, talvez não por coincidência, são alimentos frequentemente encontrados em comerciais de televisão).

Além disso, alguns estudos sugerem que a postura sentada prolongada, além de seu impacto sobre os hábitos alimentares e exercício físico, pode causar mudanças no metabolismo que contribuem para níveis de mau colesterol e obesidade.

“É a síndrome do ‘batata de sofá’”, dizem os pesquisadores. “Essas pessoas são extremamente sedentárias, passam várias horas em um sofá assistindo TV, são muito passivas e seu gasto energético é muito baixo, mesmo comparado com outros comportamentos sedentários como sentar e ler, ou sentar enquanto dirige”, explicam.

Os cientistas falam que, hoje, os médicos podem não perceber um aumento dramático de doenças e morte como resultado de assistir TV em excesso, mas o efeito cumulativo pode ter um impacto importante na saúde pública a longo prazo.

Fonte: CNN





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A Hora E A Vez Da Maconha Nos EUA


Para alegria de muitos a Cannabis sativa, plantada e vendida legalmente, viceja em solo fértil americano, adubada pelas perspectivas de lucro nos Estados de Washington e Colorado.

Em um dia, US$ 40 mil em vendas e uma centena de clientes voltando para casa de mãos vazias por falta de estoque. Multiplique essa euforia por 300 — o número de empresários na mesma situação só no Estado americano do Colorado — e você terá uma ideia das razões de a maconha ter se tornado o barato do momento nos Estados Unidos.

Desde 1º de janeiro, não há diferença legal entre comprar maconha e bebida alcóolica no Estado de 5,1 milhões de habitantes, conhecido pelos picos nevados e estações de esqui. A única exigência a ser preenchida pelo consumidor interessado em adquirir a erva é comprovar idade igual ou superior a 21 anos. E essa decisão emergiu das urnas — uma distinção em relação ao Uruguai, onde o Congresso legalizou a droga depois de instigado pelo presidente José Mujica —, com um plebiscito realizado durante as eleições presidenciais de 2012.

Após a votação, os moradores passaram a ter o direito de cultivar em casa até seis pés de Cannabis sativa, três em floração, e de sair com 28 gramas no bolso, desde que não peguem no volante nem fumem em lugares públicos. Agora, seguindo o cronograma, é possível comprar a mesma quantidade.

Apesar de polêmica, essa transformação não ocorreu da noite para o dia. Há mais de uma década, o Colorado permite os chamados "dispensários de maconha", espécie de farmácias especializadas na erva, onde pacientes de glaucoma e câncer ou até acometidos de enxaqueca podem comprar folhas, sementes, flores e derivados com prescrição médica. E não se trata de um fenômeno localizado. Na quarta-feira, Nova York tornou-se o 21º Estado a permitir a venda para aliviar sintomas de certas doenças.

Em 2011, o jornal The Daily constatou que existem mais "dispensários de maconha" do que cafés da franquia Starbucks em Denver, capital do Colorado, com 630 mil habitantes. Agora, são essas mais de 300 "farmácias" que recebem autorização para a venda aberta — experiência inédita, com exceção de Amsterdã, na Holanda, que permite a compra e o consumo em locais especiais.

Em maio ou junho, essa também será a realidade do Estado de Washington, no noroeste. Lei semelhante à do Colorado foi aprovada em 2012 pelos eleitores, mas o licenciamento comercial deve ser concluído até junho.

Na prática, a oferta para uso medicinal e a naturalidade com que se compra maconha nos EUA — os adolescentes dizem ser mais fácil obter a erva do que álcool —, associada a um poderoso e crescente lobby financiado por magnatas como George Soros, vem mudando a cabeça dos americanos. E 2013 foi um marco: pesquisa do instituto Gallup apontou em outubro que 58% dos entrevistados são favoráveis à legalização. Outra, do Instituto Nacional sobre o Abuso de Drogas, mostrou que o percentual de estudantes do Ensino Médio que consideram a droga prejudicial caiu de 44,1% para 39,5% em 12 meses.

A proprietária da loja 3D Cannabis, Toni Fox, primeira a abrir as portas em Denver, faz cálculos como se tivesse acertado na loteria. Acostumada a vender US$ 1 mil ao dia em porções medicinais, logo na estreia lucrou 40 vezes mais. Ela imagina que, com o aumento da oferta, a euforia dê lugar a jornadas serenas, sem filas, mas prevê movimentar

US$ 300 mil ao mês e prepara investimentos de US$ 2 milhões na duplicação da estufa — uma atração na loja, com janelas que permitem observar as plantas sob luz amarelada.

A indústria da maconha legal nos EUA já discute a profissionalização do setor. Em Oakland, na Califórnia, foi criada uma universidade que dá cursos voltados para maconha e cânhamo industrial, variedade com menos de 1% de THC (substância ativa que provoca alteração das funções cerebrais e pode causar dependência) e usada para confeccionar tecidos, papel e plástico. A tecnologia também leva a uma gama sofisticada de linhagens e métodos de processamento, com diferentes concentrações do THC.

Kayvan Khalatbari, também de Denver, vislumbrou na maconha uma atividade que está longe do estereótipo bicho-grilo. Comanda três empresas, uma delas de consultoria que presta assistência legal e técnica para clientes em 11 Estados, no Canadá e na Grã-Bretanha. Ele e o sócio, Ean Seeb, empregam 18 pessoas e contratam outras 10, uma vez ao mês, durante as colheitas. Os dois estão investindo US$ 2,5 milhões na compra de terreno para a construção de uma nova estufa para o dispensário Denver Relief, que deve ser licenciado até fevereiro. A terceira empresa processa maconha para infusões e derivados.

- A erva deixou de ser um tabu para se tornar uma questão de dinheiro, com arrecadação de impostos que pode chegar a quase 40% dependendo do município. É um setor que precisa de diretores, advogados, agrônomos, enfim, que tem um número massivo de empregos em potencial — afirma Khalatbari.

Os maiores obstáculos estão nas discrepâncias entre a permissão estadual e as leis federais, que consideram o dinheiro obtido com maconha fruto de atividade ilegal. Essas empresas não podem ter conta em banco — pelo menos não declarando a real atividade a que se dedicam.

— Há casos de bancos que já rejeitaram até o depósito de cédulas mantidas próximas à maconha, só pelo cheiro — conta o diretor de Comunicação do Washington State Liquor Control Board, Brian E. Smith, que projeta arrecadação de impostos de até US$ 2 bilhões em cinco anos no Estado de Washington.

A maior parte do valor, segundo ele, será destinada a campanhas, pesquisas e tratamento de usuários. Apesar do visível aumento na aceitação, no Colorado, 28 municípios permitem o uso — outros 84 decidiram proibir e 33 emitiram moratórias temporárias, retardando os efeitos da lei. Entre os reticentes está Colorado Springs, com 400 mil habitantes. Em Washington, três cidades proibiram e 20 lançaram moratória.

Os críticos, entre eles as associações médicas do país, veem no discurso entusiasmado sobre aumento de receita uma armadilha.

— Não haverá ganhos de longo prazo. Com o álcool, para cada dólar que se arrecada, gasta-se 10 em custos sociais, como tratamentos médicos e acidentes de trânsito. O mesmo irá ocorrer com a maconha — afirma o diretor do Drug Policy Institute, Kevin Sabet, assessor sênior da Casa Branca na Política Nacional de Controle às Drogas entre 2009 e 2011.

U.S.A. - Os Benefícios Da Legalização Da Maconha



Ethan Nadelmann: "Os efeitos são, na maioria, vantajosos"

Diretor executivo da principal organização que defende reformas na política de combate às drogas nos EUA, Ethan Nadelmann pondera que a legalização da maconha deve, sim, aumentar o consumo da droga, mas afirma que os benefícios compensam as desvantagens. Leia trechos da entrevista concedida por telefone.

Vivian Eichler - vivian.eichler@zerohora.com.br

Zero Hora — Um dos argumentos a favor da legalização da maconha é suprimir o narcotráfico. Essa estratégia irá funcionar?

Ethan Nadelmann - Estamos engajados em uma transição de longa duração da maconha de um mercado totalmente ilegal para, um dia, ser totalmente ou quase totalmente legal. Passamos por uma evolução similar com a revogação da proibição ao álcool em 1933. Nos anos que se seguiram, os antigos contrabandistas tentaram competir com o mercado legal emergente, mas, com o tempo, ficaram cada vez menos competitivos.

ZH — E quais são os riscos da legalização?

Nadelmann — Os efeitos são, em sua maioria, vantajosos. Vamos ver redução de prisões de jovens por porte de drogas, redução na corrupção policial, redução da arrecadação das organizações criminosas. O único risco é aumentar o uso problemático de maconha. É muito possível que o número de consumidores aumente, mas há um crescente número de evidências que sugerem que o aumento no consumo de maconha será acompanhado em uma redução no consumo de álcool e de fármacos. O aumento no consumo será entre pessoas em seus 40, 50, 60, 70 e 80 anos de idade, que se darão conta de que a maconha os ajuda a lidar com a artrite ou os ajuda a dormir sem pílulas. Não representará um grande problema de saúde pública. Os benefícios são enormes, e os riscos e as desvantagens são modestos.

ZH — Há algum sinal de mudança na política da Casa Branca para a maconha?

Nadelmann - Já há uma mudança notável. O momento mais significativo foi no final de agosto, quando o Departamento de Justiça emitiu o Cole Memoradum (nomeado a partir de James M.Cole, subsecretário de Justiça), que disse a Washington e Colorado: 'Aqui estão os critérios que vocês devem prestar atenção. E se isso acontecer, nós não iremos intervir'. Então, o governo federal deu uma espécie de luz verde.

ZH — De que tamanho são o lobby pró-maconha e o lobby contrário a ela?

Nadelmann - O lobby contrário é enorme, essencialmente formado por grupos que constroem e exploram prisões privadas nos EUA, um setor que movimenta US$ 100 bilhões ao ano, organizações policiais, promotores, sindicatos de carcereiros e todas as pessoas e organizações que se beneficiam disto. É um lobby altamente influente na política americana. Já o lobby a favor é, em sua maioria, formado por organizações da sociedade civil, vistas até pouco tempo como não muito poderosas.

ZH — Outras drogas deveriam ser também legalizadas?

Nadelmann - Gostando ou não, não há terreno para usar a legalização da maconha como pretexto para legalizar outras drogas. Na Holanda, a maconha é semilegal há mais de 30 anos, mas não há movimento para fazer o mesmo com outras substâncias.

ZH — O senhor esteve no Brasil no ano passado. Percebe sinais de que uma mudança similar possa ocorrer?

Nadelmann — É questão de tempo para os líderes políticos fazerem eco aos chamados para a reforma e para a opinião pública mudar dramaticamente, como aconteceu nos EUA.

Israel - Os Benefícios Da Legalização Da Maconha


Jerusalém, Israel: Legalizar a produção de varejo e venda de cannabis poderia  gerar cerca de 1,6 sheckels (aproximadamente US $ 450 milhões) por ano, de acordo com uma avaliação publicado este mês pelo Instituto Jerusalém para Estudos de Mercado (JIMS).

Os autores estimam que o mercado de maconha israelense existente totaliza cerca de 2,5 bilhões sheckels (704.000 mil dólares). Eles estimam que os impostos incidentes sobre a planta poderia produzir alguns sheckels 950 milhões (207 milhões dólares) em novas receitas anuais, enquanto tal alteração na lei iria salvar um adicional de 700 milhões de sheckels (197 milhões dólares) em custos do Ministério Público.

Segundo o jornal JIMS, ofensas relacionadas com a cannabis em Israel compreendem algumas de 5,2 por cento de casos criminais do país. Estima-se que 5,4 por cento de todos os prisioneiros israelenses são presos por violações de maconha.

"Reconhecendo as enormes ganhos financeiros que viriam a partir de demandas de legalização que o governo tome um olhar sério a proposta para legalizar o consumo de cannabis sob as diretrizes específicas", disse  o papel de co-autor Yarden Gazit. "Não há dúvida de que, se o público é capaz de superar os equívocos inteiramente negativos associados com o uso de maconha e apreciar os benefícios potenciais com pouca social ou de custos de saúde, esta é uma ideia que precisa de mente aberta e séria re-exame neste tempo ".

O cultivo e distribuição de cannabis para fins terapêuticos atualmente  legal  em Israel e é  fortemente apoiado  pelo público. Em contrapartida, apenas  26 por cento  dos israelenses endossam permitindo cannabis para fins sociais.

+Gledston Guimarães 

Fonte: TheWeedBlog

UK - Os Benefícios Da Legalização Da Maconha


UK/Reino Unido - Um estudo afirmou que legalizar e tributar a Maconha pode ajudar o Governo Britânico a reduzir o déficit público em até R$ 1,25 bilhão - sem, necessariamente, causando danos significativos para a saúde pública.

O Instituto de Pesquisa Social e Econômica disse que a legalização da Maconha poderia cortar o custo em policiamento, processos e tratamento de usuários de drogas em até 300 milhões de libras por ano e a receita fiscal poderia arrecadar entre 400 milhões e 900 milhões de libras.

Acadêmicos da Universidade de Essex que compilaram o relatório disse que o debate público sobre a política de cannabis tinha sido demasiadamente limitado e faltavam provas concretas em favor da legalização. 

Uma pesquisa psicofarmacológica sugeriu que o dano do consumo de cannabis estava relacionada com a composição química da droga (impurezas), a legalização e a regulamentação de sua venda poderia controlar a sua potência e qualidade.

Ao mesmo tempo, o relatório contestou a afirmação apresentada por ativistas anti-drogas de que o uso de cannabis pode levar para drogas mais pesadas, em vez disso, afirmou, a cannabis ilegal atrai usuários para o tráfico de drogas.

"Legalizando eliminaria muitas pessoas do abastecimento de cannabis ilícita e assim reduziria os danos", concluem. "Nós estimamos benefícios na prevenção de efeitos de antecedentes criminais e suas cicatrizes no mercado de trabalho e de aproximadamente a mesma magnitude como no impacto sobre a saúde mental."

O relatório sugeriu que haveria ganhos financeiros consideráveis a ser sentido em toda a economia desde a regulação e taxação da venda e produção da droga. "No geral, espera-se a contribuição de licenciamento de cannabis na Inglaterra e no País de Gales para a redução do défice público na faixa de £ 0,5, 1,25 bilhão", disseram eles.

Stephen Pudney, professor de economia da Universidade de Essex e principal autor do estudo, disse que o relatório não foi uma tentativa definitiva de colocar um preço no mercado de cannabis, mas para delinear fatores a consideções, se essa política fosse introduzido.

"Duas áreas importantes em que o progresso pode ser possível são crimes relacionados às drogas e comportamento da demanda de drogas, mas isso exigiria maiores investimentos sustentados em dados e esforço de pesquisa", disse ele.

Amanda Feilding, diretora da Fundação Beckley, que faz campanha para a reforma da política de drogas e que, com base cientificamente encomendou o relatório, disse: "Nestes tempos de crise econômica, é essencial examinar as possibilidades de política mais rentável da droga.

"Nossas políticas atuais com base na proibição têm-se revelado um fracasso em todos os níveis. Os usuários não estão protegidos, ele coloca uma das maiores indústrias do mundo nas mãos de cartéis criminosos, que criminaliza milhões de usuários, lançando uma sombra sobre o seu futuro, e cria violência e instabilidade, particularmente nos países produtores e de trafico. "



U.S.A. - Policiais Apoiam Legalizar A Maconha


"Mais e mais policiais estão percebendo a Guerra às Drogas é um erro".

Por  Kristen Gwynne - Traduzido por Morpheus Trismegisto

A maioria das pessoas não pensam em "policiais", quando eles pensam sobre o que apoia a legalização da maconha. Polícia são, afinal, os manguitos maconheiros, e os grupos de aplicação da lei têm um longo histórico de lobby contra a reforma da política de maconha. Muitos vêem isso como um fator importante na prevenção do governo federal de reconhecer que a maioria histórico dos americanos - 52 por cento -  favorece a legalização da maconha.

Mas o cenário está mudando rapidamente. Hoje, um número crescente de policiais fazem parte da América " maioria da maconha. " Os membros do grupo sem fins lucrativos Law Enforcement Against Prohibition (LEAP) dizer que a nossa política de afrouxamento pote não necessariamente tolera o uso de drogas, mas controlá-lo, ajudando policiais para atingir o seu objetivo final de aumentar a segurança pública. Aqui estão as cinco principais razões pelas quais até mesmo os policiais estão começando a dizer: "Legalize It!"


1. É sobre a segurança pública.

Enquanto a maconha é uma droga relativamente inofensiva, o mercado negro associado a ela pode causar danos significativos. Muito parecido com a proibição do álcool, a ilegalidade da maconha não apaga o incentivo do lucro - em vez disso, que estabelece, um mercado não regulamentado arriscado em que a violência ea intimidação são usados ​​para resolver disputas.

"Quando terminou a proibição do álcool, Al Capone era de trabalhar no dia seguinte", diz Stephen Downing, Los Angeles 'ex-Vice-Chefe de Polícia. "A nossa política de drogas é realmente a segurança anti-público e pró-cartel, grupo pró-rua, porque os mantém no negócio."

Tráfico de maconha representa uma parte significativa do negócio de cartéis no mercado negro. Embora a porcentagem exata de lucros cartel de panela é contestada, as estimativas lowball cair em torno de 20 por cento .  

"Durante o meu tempo na fronteira, vi literalmente toneladas de maconha vêm ao longo da fronteira do México", diz Jamie Haase, um ex-agente especial do Departamento de Imigração da Segurança Interna e divisão Alfândega. "A concorrência nos lucros a serem feitas a partir desta indústria ilícito levou à morte de dezenas de milhares de pessoas no país, e uma quantidade cada vez maior de violência transbordando para os Estados Unidos, onde o Departamento de Justiça estima que os cartéis mexicanos agora operar em mais de 1.000 cidades norte-americanas. "


2. Policiais querem se concentrar em crimes que ferem as vítimas reais.

Na década passada, a polícia fez mais de 7 milhões de detenções por maconha, 88 por cento deles por posse sozinho . Em 2010, os estados gastaram 3600 milhões dólares impor a guerra no pote, com os negros quase quatro vezes mais propensos que os brancos a serem presos. Isso é um monte de tempo e desperdício de recursos da polícia, diz o ex-chefe de polícia de Seattle Norm Stamper, que teve um "momento aha" sobre políticas de maconha, enquanto trabalhava para o Departamento de Polícia de San Diego na década de 1960.

"Eu tinha detido um jovem de 19 anos na casa de seus pais para a posse de uma pequena quantidade de maconha, e colocá-lo no banco de trás de um carro policial enjaulado, depois de ter chutado para baixo de sua porta", lembra Stamper. Durante a condução do preso para a cadeia, ele diz, "eu percebi, principalmente, que eu poderia ter feito o trabalho da polícia real, mas ao invés disso eu vou estar fora de serviço durante várias horas fragmentaram a erva daninha, captação dele, e escrever prisão , apreender, e os relatórios de narcóticos. estava longe das pessoas que tinham sido contratados para servir e não tem condições de parar um motorista bêbado irresponsável desviando toda a estrada, ou para responder a um assalto em andamento, ou intervir em situação de violência doméstica ".

Policiais têm recursos limitados, e gastá-los em prisões por maconha, inevitavelmente, desviá-los de outros policiais. Adiciona Stamper "Em suma, fazendo uma parada de maconha para um caso simples posse já não era, para mim, o trabalho da polícia real."


3. Policiais querem relações fortes com as comunidades que servem.

Baltimore narcóticos veterano Neil Franklin diz que a prevalência de detenções por maconha, especialmente entre as comunidades de cor, cria um "ambiente hostil" entre a polícia e as comunidades que servem. "A maconha é a razão número um agora que a polícia usa para procurar pessoas no país", diz ele. "O odor de maconha por si só dá uma polícia causa provável para procurar você, sua pessoa, seu carro ou sua casa."

Legalizar a maconha, diz Franklin, poderia levar a "centenas de milhares de menos polícia negativos e contatos de cidadãos em todo o país Isso é um inferno de uma oportunidade para a aplicação da lei para reconstruir algumas pontes em nossas comunidades -. Principalmente nossas comunidades pobres, negros e latinos. "

Franklin acrescenta que isso iria aumentar a confiança dos cidadãos na polícia, tornando-os mais propensos a se comunicar e ajudar a resolver os crimes mais graves. Construindo o respeito mútuo também proteger os policiais no trabalho. Adiciona Franklin, "Muitos policiais são mortos ou feridos servindo a Guerra às Drogas, ao contrário de proteger e servir a suas comunidades."


4. A guerra contra o pot incentiva ruim - e até mesmo ilegal - práticas policiais.

Downing diz que os incentivos monetários para prisões por drogas, como o confisco de bens e verbas federais, incentivar uma atitude onde a polícia vai fazer prisões por drogas, por qualquer meio necessário, a partir de militarizada SWAT ataques de informantes pagos que admitem a mentir . "O efeito geral é que estamos perdendo terreno em relação ao tradicional papel oficial de paz de proteger a segurança pública, e transformando nossos policiais locais em guerreiros federais de drogas", diz Downing.   

Quotas e pressão para os oficiais para fazer prisões por drogas - o que os departamentos de polícia de lucro através de financiamento federal e confisco de bens - também incentivar violações de rotina da Quarta Emenda proibição de buscas e apreensões. A polícia de Nova York, por exemplo, paradas e, por vezes frisks bem mais de 500.000 pessoas por ano, a grande maioria deles jovens de cor - a base para uma ação federal pendente desafiando a política por razões constitucionais. Enquanto prefeito de Nova York Michael Bloomberg, defendeu stop-and-Frisk como uma maneira de obter armas das ruas, na verdade, é mais freqüentemente usado para prender crianças com pequenas quantidades de maconha. Stamper acrescenta que a legalização permitiria que policiais "para ver os jovens adultos não como criminosos, mas os membros de sua comunidade" - e começar a respeitar as liberdades civis dos jovens.


5. Policiais querem parar as crianças do abuso de drogas.

Ilegalidade da maconha tem feito muito pouco para impedir a sua utilização. Uma pesquisa recente realizada pelo National Institutes of Health descobriu que 36 por cento dos alunos do ensino médio tinham fumado maconha no ano passado. Legalização provavelmente envolveria restrições de idade na compra de maconha, enquanto, ao mesmo tempo, proporcionando controle de qualidade sobre o produto. "A única maneira de efetivamente controlar as drogas é a criação de um sistema de regulação para todos eles", diz Stamper.

"Se você é um verdadeiro defensor da segurança pública, se você realmente quer comunidades mais seguras, então é um acéfalo que temos de acabar com a proibição de drogas e tratar [a maconha] como uma questão de saúde, como fizemos com o tabaco", diz Franklin . "A educação eo tratamento é a maneira mais eficaz e eficiente para reduzir o uso de drogas."

Por outro lado, acrescenta Franklin: "Se você apoiar um sistema atual de proibição das drogas, então você apoia a mesma coisa que o cartel e apoio gangues do bairro. Você pode muito bem estar em pé ao lado deles, apertando as mãos. Porque eles não 't quer um fim à proibição, também. "


E.U.A. - Republicanos Apoiam a Maconha


Segundo o site Rolling Stone alguns dos membros mais conservadores do Partido Republicano defendem uma trégua nas restrições do Governo Federal em relação à legislação dos Estados que permitem o uso da Maconha, tanto medicinal quanto recreativa.

O "Respeito a Lei Estadual da Maconha", introduzido na Câmara quer imunizar quem agir legalmente sob as leis estaduais de Maconha no processo Federal nos termos da Lei de Substâncias Controladas. Dependendo do Estado, a legislação abrange a Maconha Medicinal e Recreativo e iria proteger não apenas os usuários de Estado-legal da Cannabis, mas também as empresas que cultivam, processam, distribuem e vendem maconha nesses Estados.

A legislação está de acordo com dados de pesquisa que constatou que 60 por cento dos americanos acreditam que os federais devem permitir os Estados de se auto-regularem, quando se trata de maconha. A mesma pesquisa conclui que 57 por cento dos republicanos também favorecem essa abordagem, o que pode explicar por que este projeto de lei está atraindo os arqui-conservadores partidários na Câmara.

Existem mais sete Estados para legalizar a Maconha e os três co-patrocinadores são:

Rep. Dana Rohrabacher da Califórnia, conhecido por não acreditar que o homem é o responsável pelo Aquecimento Global.

Rep. Don Young do Alasca, o mentor do infame "Bridge to Nowhere" , que recentemente foi notícia por recordar os "wetbacks" de seu pai empregados na fazenda da família.

E Rep. Justin Amash de Michigan, que foi recentemente "expurgado" da Comissão de Orçamento da Câmara republicana - supostamente por ser muito conservador - e que repetidamente votou contra as sanções para endurecer o tráfico humano.

Falando em nome do grupo, o deputado republicano Rohrabacher disse que o projeto de lei bipartidário "estabelece que os federais devem respeitar os Estados em todas as leis sobre a Maconha" por "manter o Governo Federal fora do negócio de criminalizar atividades de Maconha em Estados que não quer que ele seja criminalizada. "

Steve Fox, diretor nacional de política do "Marijuana Policy Project", saudou o esforço para dobrar a lei federal de maconha para a vontade dos Estados. "A proibição da maconha está em seus últimos dias, porque a maioria dos americanos já não apoia", disse Fox, acrescentando que a nova legislação oferece a Câmara uma chance de votar neste princípios: "Esta legislação apresenta uma oportunidade perfeita para os membros de abraçar a noção de que os Estados devem ser capazes de desenvolver sistemas para regular a Maconha sem que seus cidadãos tenha que se preocupar em quebrar a lei Federal. "

Drogas não danificam o cérebro

"Estudos mostraram que o uso de drogas no passado ou até mesmo no presente não está necessariamente associado com o funcionamento cognitivo do cérebro"


Usuários de drogas com 50 anos ou mais não podem culpar as droga pelos esquecimentos. Um novo estudo publicado na revista American Journal of Epidemiology mostra que as drogas não danificam o cérebro. Pelo menos não de forma permanente.

Os cientistas analisaram quase 9.000 britânicos e os que haviam usado drogas recentemente ou no passado obtiveram melhores resultados em testes cognitivos do que os que nunca haviam usado. A diferença pode ser explicada pelo nível de educação ligeiramente maior dos usuários.

A pesquisa foi realizada em duas etapas. Na primeira os voluntários com 42 anos relatavam se usavam ou se já tinham usado qualquer tipo de droga. Do total um quarto dos participantes já tinha usado maconha, cocaína, ectasy, LSD e cogumelos alucinógenos.

A segunda etapa foi realizada quando os voluntários completaram 50 anos e foi composta por testes de memória, atenção e outras habilidades cognitivas.
"Os resultados do estudo mostraram que o uso de drogas no passado ou até mesmo no presente não está necessariamente associado com o funcionamento cognitivo do cérebro", disse o pesquisador Alex Dregan, do Kings College de

Londres, à Reuters.


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Ecstasy Combate Autismo

Uma equipe de cientistas de uma organização sem fins lucrativos da Califórnia realizou estudo piloto para determinar se Ecstasy pode ajudar a combater os efeitos do autismo. Não é a primeira vez que MAPS (Associação Multidisciplinar de Estudos Psicodélicos) tem pesquisado os benefícios psiquiátrico do MDMA. Um estudo realizado em 2010 com vinte veteranos do Iraque que sofriam de TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático), revelou que uma combinação de Ecstasy e terapia resulta em uma melhora de 80% dos casos, o suficiente para convencer a FDA (Food and Drug Administration).


Este novo estudo é parte de um plano ambicioso da MAPS e seu presidente, Rick Doblin, para fazer do MDMA um medicamento de prescrição aprovado pela FDA. A MAPS se considera uma "empresa farmacêutica sem fins lucrativos" que incide sobre o tratamento de doenças com psicodélicos e a maconha medicinal. Alega que é "a única organização no mundo que financia ensaios clínicos de psicoterapia assistida com MDMA. Com fins lucrativos as empresas farmacêuticas não estão interessados em transformar o MDMA em remédio, porque a patente do MDMA expirou. "

Apesar de sua eficácia no tratamento de questões de TEPT, as inseguranças em relação ao Ecstasy ainda perduram, receia-se que o uso prolongado danifique os receptores de serotonina do cérebro. Um relatório recente divulgado pela revista Archives of General Psychiatry conclui, "MDMA produz serotonina neuro toxicidade crônica em seres humanos o que pode acarretar danos a saúde mental.

Outros acreditam que os receios com o MDMA são exageradas, especialmente quando o medicamento é usado em ambientes controlados. Szalavitz Maia escreveu em uma coluna para Time Healthland ", o uso a curto prazo no tratamento de transtornos pós-traumático é seguro o suficiente para que o FDA aprove os ensaios clínicos."

MDMA libera uma inundação de serotonina e dopamina nos mensageiros cerebrais, aumentando os níveis sanguíneos dos hormônios oxitocina e prolactina, que promovem o vínculo social. Esta potente mistura diminui o medo e a atitude defensiva e aumenta a empatia e o desejo de se conectar com os outros, o MDMA pode ser útil para melhorar a psicoterapia de pessoas que lutam para se sentir conectado aos outros, como pode ocorrer em casos como o autismo, esquizofrenia ou transtorno de personalidade antissocial", disseram os autores de um estudo na revista Psiquiatria Biológica. "Descobrimos que o MDMA produziu simpatia, jovialidade, e sentimentos afetivos, mesmo quando foi administrado a pessoas em um laboratório com pouco contato social." como MAPS coloca, "os efeitos da MDMA que a empatia aumenta e melhora a comunicação são precisamente as habilidades que o autismo tende a degradar. "

Ecstasy foi inicialmente utilizado como uma ferramenta terapêutica por uma rede dedicada de psicólogos nos anos 70 e 80, mas a popularidade crescente MDMA como uma droga recreativa levou a Drug Enforcement Administration a classificar como uma ameaça, o que resultou em sua proibição em 1985. A MAPS fora lançado um ano depois para reviver pesquisa psicodélica. Desde então, o grupo apoiou mais de uma dúzia de estudos promissores de MDMA, LSD e ibogaína para o tratamento de dores de cabeça da enxaqueca PTSD e dependência, bem como ansiedade e depressão em pacientes com câncer. Isso pode induzir euforia, uma sensação de intimidade com os outros. Estes "efeitos empatogênicos" sugerem que a droga pode ser útil para ajudar os pacientes que lutam para se sentir conectado com os outros.

Se as crianças autistas responderem como os soldados as chances de empregar o Ecstasy como remédio serão possíveis, mas MAPS não é o primeiro grupo a se perguntar sobre o efeito do Ecstasy em autistas. MDMA afeta principalmente os neurônios no cérebro que usam o neurotransmissor serotonina para se comunicar com outros neurônios. O sistema da serotonina desempenha um papel importante na regulação do humor, agressividade, sono e sensibilidade à dor. Em uma edição do Jornal de drogas psicoativas em 1986, os pesquisadores concordam com Stanislav Grof que o MDMA pode reduzir o autismo, alterando a serotonina, e defendeu o uso do composto para fins de pesquisa: "MDMA não pertence na Lista I da Lei de Substâncias Controladas, conforme recomendado pelo DEA. Além disso, ele provavelmente não deve ser colocado no Anexo II. "

Ajude-nos a derrubar a Lei N° 11.343/06, assine a petição pública.

Ecstasy e a Sociabilidade

 O ecstasy, ou metilenodioximetanfetamina (MDMA) aumenta os sentimentos relacionados à empatia e conexão social. Esses efeitos “empatogênicos” sugerem que o ecstasy possa vir a ser útil no tratamento de psicoterapia de pessoas com dificuldade para se relacionar com os outras, como as pessoas que sofrem de autismo, esquizofrenia ou transtorno de personalidade antissocial.

No entanto, tem sido difícil medir esses efeitos objetivamente e há poucas pesquisas realizadas com humanos. Agora, porém, pesquisadores da Universidade de Chicago, financiados pelo Instituto Nacional de Abuso de Drogas, relataram suas descobertas na edição de dezembro de 2010 da revista Biological Psychiatry.

Dr. Gillinder Bedi, autor do estudo, explicou: “Nós descobrimos que o ecstasy produzia simpatia, ludicidade e sentimentos amorosos até mesmo quando administrado a pessoas no laboratório sem qualquer contato social.Também descobrimos que o ecstasy provoca uma redução na capacidade das pessoas de reconhecer expressões faciais de medo nas outras.”

Esses dados sugerem que o ecstasy produz efeitos que tornam os outros mais atraentes e amigáveis, o que serve como um importante motivador para usá-lo como droga recreativa. E ele também faz com que a outra pessoa pareça menos ameaçadora, o que pode aumentar os riscos de quem o ingere.

“Dentro do contexto de tratamento, esses efeitos podem promover a intimidade entre pessoas que têm dificuldade de se relacionar com outras”, observou o Dr. John Krystal, editor da Biological Psychiatry. “No entanto, o ecstasy distorce a percepção que você tem de outra pessoa em vez de produzir uma empatia verdadeira. Além disso, o ecstasy pode causar problemas se levar as pessoas a interpretarem mal o estado emocional e até mesmo a intenção dos outros”.

Certamente, mais pesquisas devem ser realizadas antes de se considerar o uso da droga como tratamento psicoterapêutico. Mas, o estudo em questão também sublinhou a necessidade de entendermos mais sobre as formas que as diferentes drogas afetam as experiências sociais, uma vez que as drogas são comumente usadas nesses ambientes.


Cai uso de Cannabis e Cocaína na Europa

O consumo das duas drogas mais usadas na União Europeia, a cannabis e a cocaína, está diminuindo. O relatório anual do Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência (OEDT) hoje apresentado em Lisboa, afirma que há uma estabilização ou decréscimo do consumo por jovens e adultos com idades entre os 15 e os 34 anos.

Não se sabe ao certo qual o motivo, mas acredita-se que seja por uma mudança de habito ou por questões econômicas.

Vale lembrar que a Europa possui uma legislação tolerante em relação as drogas, trocando a punição por programas sociais e controle de consumo em locais seguros. Ao contrario das Américas onde a repressão é rigorosa e no entanto o consumo não pára de crescer.

Isto contesta a tese que a descriminalização das drogas irá aumentar seu consumo.

Ajude-nos a derrubar a Lei N° 11.343/06, assine a petição pública.

Ecstasy é a droga mais segura


Ecstasy é mais seguro que o álcool, tabaco e maconha segundo uma nova classificação feita por cientistas britânicos e coloca bebida alcoólica perto da heroína.

Tabela leva em conta riscos de dependência e problemas sociais de cada droga.

O álcool é quase tão prejudicial quanto a heroína, e o tabaco é mais perigoso que a maconha, o LSD e o ecstasy, segundo a nova tabela de classificação de drogas publicada na revista médica "The Lancet".

A tabela, desenvolvida por um grupo de cientistas britânicos, classificou a heroína, a cocaína, os barbitúricos e a metadona comercializada nas ruas como as drogas mais nocivas, seguidas de perto pelo álcool, que aparece em quinto lugar.

O tabaco foi avaliado como a nona droga mais perigosa, atrás da quetamina - comumente usada como anestésico de cavalos -, das benzodiazepinas, que são calmantes vendidos com prescrição médica, e anfetaminas.

Segundo esta classificação, a maconha é a 11ª droga mais perigosa. O LSD aparece em 14º e o ecstasy, apelidada de "droga dos clubbers", em 18º lugar.

A nova classificação se baseou nos danos físicos causados ao usuário, na probabilidade de a droga induzir à dependência e no efeito de seu uso nas famílias, nas comunidades e na sociedade.

Cada uma das três categorias foram divididas em nove grupos de risco e especialistas independentes, inclusive psiquiatras e cientistas forenses, classificaram cada categoria numa escala de 0 ("nenhum risco") a 3 ("risco extremo").

A heroína marcou 2,7 pontos na escala e o álcool, menos de 2. O tabaco marcou 1,7 ponto e o ecstasy, 1,1.

Um dos cientistas, o professor Colin Blakemore, chefe-executivo do Conselho de Pesquisa Médica, financiado pelo governo britânico, disse que suas descobertas diferem claramente da classificação existente de drogas no Reino Unido.

"O álcool e o tabaco estão no topo da tabela, sendo que o álcool não está muito longe dos verdadeiros terrores das ruas, como a heroína", disse.

"Uma visão mais científica é que esses riscos precisam ser avaliados quanto a seu efeito na população inteira", acrescentou seu colega, o professor David Nutt, da Universidade de Bristol, oeste da Inglaterra. As drogas de classe A, como a heroína, a cocaína, o crack, o ecstasy e o LSD, normalmente levam a sentenças de prisão de no máximo sete anos. A maconha é uma droga de classe C, enquanto o álcool e o tabaco não têm classificação.

Blakemore disse que os políticos iriam "perceber" que sua tabela difere substancialmente da classificação oficial, que um outro estudo britânico publicado em 8 de março considerou inadequada.

A Comissão sobre Drogas Ilegais, Comunidades e Política Pública informou que a legislação britânica sobre drogas deveria ser substituída por um sistema que reconheça os efeitos danosos à saúde de substâncias como álcool e tabaco no lugar da prevenção de crimes.

Ajude-nos a derrubar a LEI Nº 11.343/06 que proibe as drogas.

Copenhage quer legalizar a Maconha

Copenhage a capital da Dinamarca deu um importante passo para a legalização da Maconha. O conselho da cidade aprovou por 39 votos a favor e nove contra uma proposta-piloto pela legalização e venda de pequenas quantidades em locais regulamentados e geridos pelo Estado. Antes de entrar em vigor o plano deverá ser votado no Parlamento.
"Nosso objetivo é acabar com o controle das gangues criminosas", disse La Vanguardia Lars Rasmussen Aslan social-democrata, um dos principais impulsionadores da proposta.
"É melhor que seja vendido por uma agência estatal, em vez de um traficante" e os centros teriam programas de atendimento ao cliente, tendo como objetivo ajudá-los a se livrarem do vício.
Por enquanto o projeto seria implementado apenas em Copenhague durante três anos. Se for bem sucedido estendido para o resto da Dinamarca ou mesmo por toda a Europa.
Enquanto isso o produto só pode-rá ser comprado pelos dinamarqueses ou estrangeiros residentes na capital dinamarquesa, para evitar que se torne uma espécie de meca da maconha como acontece em Amsterdam.
Aprovação final, portanto, parece mais perto agora do que antes embora ainda seja cedo para declarar vitória dado a oposição que alguns parlamentares já manifestaram.


Ajude-nos a derrubar a Lei N° 11.343/06. 

QI elevado aumenta propensão ao consumo de drogas


Segundo a Universia Brasil pessoas que apresentam altos índices de inteligência na infância estão mais propensos a consumir drogas e bebidas alcoólicas durante a fase adulta. Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores de um estudo publicado no Journal of Epidemiology and Community Health. Foram analisados os dados de 8.000 britânicos presentes no “Estudo Britânico da Corte”, uma espécie de censo que monitora o uso de medicamentos e os níveis educacionais e socioeconômicos da população do Reino Unido.

Foram examinados os Quocientes de crianças com idades de 5, 10 e 16 anos e depois, quando essas mesmas pessoas chegaram aos 30 anos, foram questionados se haviam usado drogas como maconha, anfetamina, cocaína, ecstasy e heroína no último ano.

O que os investigadores descobriram foi que homens com QI mais alto na infância eram duas vezes mais propensos ao uso de drogas ilegais do que os seus colegas que apresentavam níveis menores de inteligência. Já as meninas com o QI mais alto se mostraram até três vezes mais propensas a usar drogas. Um valor alto de QI é compreendido entre 107 e 158 pontos. Um QI mediano alcança até 100.

O pesquisador principal, James White, professor da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, afirmou que investigações anteriores já haviam detectado que a maioria das pessoas com QI elevado leva uma vida comum, porém, que essas pessoas têm mais propensão para beber em excesso na vida adulta.

No entanto, não está claro por que as pessoas com altos índices de inteligência na infância têm essa predisposição para o consumo de drogas. A suspeita é de que essas pessoas sejam mais abertas a novas experiências, e à busca de novas sensações. Outros motivos podem ser porque essas pessoas se aborrecem facilmente ou para ajudar a lidar com as diferenças.


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Drogas legais são mais perigosas que as ilegais

O álcool é uma droga mais perigosa do que o crack e a heroína, quando são levados em conta os danos causados aos usuários e a terceiros, disseram cientistas britânicos.

Apresentando uma nova escala relacionada aos danos para os usuários e para a sociedade, o álcool aparece como a droga mais nociva, quase três vezes mais perniciosa do que a cocaína e o tabaco. Segundo essa escala, a heroína e o crack são a segunda e a terceira drogas mais nocivas.

David Nutt, presidente do Comitê Científico Independente para Drogas da Grã-Bretanha, que participou do trabalho publicado na revista Lancet, disse que as conclusões mostram que “tratar agressivamente os danos do álcool é uma estratégia válida e necessária de saúde pública”.

Ele afirmou também que a nova escala mostra que as classificações dadas às drogas têm pouca relação com os danos causados.

O álcool e o tabaco, por exemplo, são legais para os adultos na maioria dos países, enquanto drogas como ecstasy, maconha e LSD costumam ser ilegais.

“É intrigante notar que as duas drogas legais avaliadas - álcool e tabaco - aparecem no segmento superior do ranking, indicando que as drogas legais causam pelo menos tanto dano quanto as substâncias ilegais”, disse Nutt em nota.

Há um ano, o pesquisador foi obrigado a deixar a direção do influente Conselho Consultivo sobre o Abuso de Drogas por ter criticado ministros por ignorarem as evidências científicas de que a maconha faz menos mal que o álcool.

A Organização Mundial da Saúde estima que os riscos associados ao álcool - acidentes, doenças do coração e fígado, suicídios e câncer - causem 2,5 milhões de mortes por ano, ou 3,8 por cento do total. Seria o terceiro principal fator de risco para mortes prematuras e incapacitações em nível global.

Na nova escala, os danos para o usuário incluem mortes causadas direta ou indiretamente pelas drogas, além de dependência e perda de relacionamentos. Os danos para os demais incluem criminalidade, danoambiental, conflitos familiares, danos internacionais, custos econômicos e prejuízos à coesão comunitária.

Numa escala de 0 a 100, o álcool aparece com 72 pontos, seguido pela heroína (55) e o crack (54). Algumas outras drogas avaliadas foram as metanfetaminas (33), cocaína (27), tabaco (26), anfetaminas (23), maconha (20), benzodiazepinoicos (como Valium) (15), ketamina (15), metadona (14), mefedrona (13), ecstasy (9), esteroides anabolizantes (9), LSD (7) e cogumelos alucinógenos (5). Com informações da Reuters.

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Onde a Cannabis é legal?


 Descriminalizada

Australia
República Tcheca
Macedonia
Venezuela
Canada (uso medicinal)
Equador
México
Chile
Finlândia
Holanda
Colônbia
Alemanha
Portugal

Legal

Argentina
Bélgica
India
Paquistão
Peru
Uruguai