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Prisões Holandesas Fecham As Portas


Após os 40 anos da regulamentação do consumo e porte de maconha na Holanda ao contrario das previsões pessimistas a criminalidade vem diminuindo em um país onde existia mais presos que seus demais vizinhos, por falta de presos os presídios tem sido usado para outros fins como exemplo o hotel de luxo da foto.

Diante do sucesso a medida administrativa teve apoio de 70% da população ao passo que 65% são a favor da legalização completa do uso da planta.

Fontes:

Prisões na Holanda - BBC

Maconha na Holanda - Opinião e Notícia

Prisão vira hotel - G1



Não permita que a chama se apague. 





Grato por Você existir!




Nacional-Socialismo

Este é um resumo do livro Compreendendo o Nacional-Socialismo antes da leitura quero elucidar quatro questões atuais no mundo:

1 - A desigualdade econômica

A desigualdade econômica está aumentando, com metade da riqueza do planeta nas mãos de 1% da população. Isso é o que aponta estudo do banco Credit Suisse.

Segundo o estudo, a desigualdade aumentou continuamente desde 2008. Agora, a porção mais abastada é dona de 50% da riqueza mundial. Em 2014, o índice era de 48,2%. 

Segundo o Credit Suisse, o estudo leva em conta dados da riqueza de 4,8 bilhões de pessoas, a população adulta de mais de 200 países, sem incluir crianças.

2 - A corrupção

As atividades que constituem corrupção ilegal diferem por país ou jurisdição. Por exemplo, certas práticas de financiamento político que são legais em um lugar podem ser ilegais em outro. Em alguns casos, funcionários do governo ter poderes amplos ou mal definidos, o que torna difícil distinguir entre as ações legais e as ilegais. Em todo o mundo, calcula-se que a corrupção envolva mais de 1 trilhão de dólares estadunidenses por ano. Um estado de corrupção política desenfreada é conhecido como uma cleptocracia, o que literalmente significa "governado por ladrões".

Líderes da América Central consideram a corrupção o principal obstáculo ao desenvolvimento. A União Africana estima que este flagelo custe anualmente ao continente negro 150 000 milhões de dólares. A praga está por todo o lado e tem um preço pesado para os países pobres. Uma verdade não menos universal: quem corrompe ou aceita ser corrompido está a ajudar a produzir pobreza.

3 - A crise humanitária

A crise mundial de alimentos vem sendo sentida em todas as partes do mundo e por todos os segmentos da sociedade. Porém, são as famílias mais pobres dos países menos desenvolvidos que sofrem, de forma mais drástica e imediata, com o aumento nos preços. Previsões da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) sugerem que os preços permanecerão altos por, pelo menos, mais dez anos – um risco para a vida de 1 bilhão de indivíduos pobres em todo o mundo.

4 - O desemprego mundial

O desemprego seguirá crescendo no mundo tanto em 2016 como em 2017, segundo os últimos cálculos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estima que no final desse ano haverá quase 200 milhões de desempregados.


Compreendendo o Nacional-Socialismo - Resumo


1. O Nacional-Socialismo é de Direita?

O Nacional-Socialismo nunca se disse de direita, esse termo foi aplicado à nós pela mídia inimiga, só indivíduos pouco esclarecidos e algumas bandas de rock continuam a carregá-lo. Colaborar com partidos ou políticos de direita é uma total perda de tempo e também uma grande contradição, a maioria deles nos odeia e serão os primeiros a combater uma insurgência Nacional-Socialista. Não somos representados por partidos porque aos Nacional-Socialistas não é permitido espaço dentro da dita democracia. Somos a total oposição contra a ditadura do dinheiro e as forças do Sionismo internacional.

As definições esquerda e direita nada significam para nós, superamos tais rótulo e colaboramos grupos que visem a destruição do Sistema e do governo. Mesmo que tais organizações possuam ideias diferentes, ou mesmo contraditórias às nossas, possuímos um inimigo em comum: o Sistema. Marchamos separados, mas atacamos juntos. Enquanto brigarmos entre nós, o Sistema se fortalecerá.

Assim sendo, o Nacional-Socialismo visa a total destruição do Mundo Moderno. Queremos o fim dessa era de decadência e o início de uma nova. Queremos preservar a nossa cultura e restaurar nossas raízes, mas não somos, de maneira alguma, conservadores no plano político, não queremos conservar os valores degenerativos atuais, não queremos conservar um Sistema capitalista ou um governo corrupto que age contra os interesses do próprio Povo e que nada faz para manter nossa herança cultural ou preservar nossa estirpe. Não queremos um Estado que faz de tudo para nos calar e que promove a destruição de uma cultura de milênios.


2. O Nacional-Socialismo é Capitalista?

Somos totalmente contra as grandes corporações que visam lucro desenfreado adquirido de maneiras totalmente cruéis e imorais antes do bem das pessoas. Somos contra as empresas que destroem o meio-ambiente porque estão mais preocupadas com dinheiro do que com o futuro e com o bem-estar mundial. Nós, os Nacional-Socialistas, fomos os primeiros ambientalistas da história!

A especulação financeira não visa nenhuma produção, apenas lucro desenfreado sem nenhum tipo de contribuição com a sociedade. No Nacional-Socialismo, apenas o trabalho pode ser fonte de riqueza. Dinheiro não pode criar dinheiro, dinheiro não é produto, é fator de troca. O capital cumpre apenas papel como intermediário, não possui nenhum valor sozinho.

O Nacional-Socialismo apoia a livre iniciativa, desde que de seja aplicada de acordo com os princípios Nacional-Socialistas. De nada nos diferenciaríamos dos grandes capitalistas se empregássemos mão de obra barata de pessoas de fora da Comunidade – podendo prejudicá-la - para uma diminuição de custos. Também não seríamos diferentes se não garantíssemos os devidos direitos dos trabalhadores ou os tratássemos de maneira desonrada para nos beneficiarmos. O NS acredita que o patrão honesto e o empregado podem trabalhar juntos em respeito mútuo em um ambiente saudável e equilibrado.

O espírito do Nacional-Socialismo representa uma oposição violenta e radical contra o espírito do capitalismo. Trata-se da rebelião do espírito criativo e sincero do Homem contra a exploração e o poder dinheiro. Estamos engajados numa luta contra o capital financeiro e especulador. O Nacional-Socialismo é o sentimento de união espiritual e identidade cultural contra as forças da ganância e do egoísmo.


3. O Nacional-Socialismo é Racista?

Para o Nacional-Socialismo, as raças são manifestação do trabalho de milênios de evolução natural e criação da diversidade humana. Raça é a maneira da qual a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as raças – qualquer raça – seria destruir todo o trabalho da Natureza. Deve-se preservar e cultivar nossa própria estirpe, a herança de nossos antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza.

Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir, exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O Nacional-Socialismo segue pelo conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros Povos. Nós queremos que o nosso Povo – e também todos os outros - criem um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas tradições e história.

A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em sociedades multirraciais. Não é o instinto de autopreservação que cria ódio e discórdia, mas graças ao multiculturalismo que coloca povos diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto ataca outro. Graças aos atuais governos modernos e antinacionais que há absurdos como guerras civis e separatismo cultural.


4. O Nacional-Socialismo é Fascista?

Pelo Nacional-Socialismo, o Estado é um MEIO de conservar a raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepção Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e põe em prática a vida do Homem. As necessidades individuais são suprimidas, enquanto a finalidade SEMPRE é o Estado. O Estado não existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Nação e as pessoas.

A concepção Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente antinatural e, consequentemente, antinacional-Socialista. Sua visão de mundo está em um perpétuo conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos cruciais. O Nacional-Socialismo apresenta uma visão de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservação e o progresso do Povo é o objetivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo o Povo não é nada, o Estado é tudo e as pessoas não passam de súditas do governo.


5. O Nacional-Socialismo é uma Ditadura?

É alegado que tratou-se de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada democracia representativa vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que haviam entregado o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista inescrupuloso, levando o país à uma das maiores crises econômicas já vistas. O poder era dividido entre inúmeros políticos – em sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substitui esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceito pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coerção, força ou intimidação, como observado por todos os presentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História.

Em 1938, o Povo da Áustria e da Alemanha teve a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países. A aprovação dos austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02%.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro e mais recursos para propaganda eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e vontade da nação.


6. E quanto ao Holocausto?

O principal método de genocídio alegado é a utilização do gás Zyklob-B nas câmaras de gás. A utilização do gás mencionado foi provada ser cientificamente impossível pelo Relatório Leuchter – realizado por um engenheiro que trabalha com câmaras de gás para extermínio de verdade nas prisões americanas. As câmaras de gás foram na verdade construídas por soviéticos e americanos após a tomada dos campos de concentração, e construídas de maneira absolutamente impossíveis para realização de qualquer extermínio e estão repletas de erros gritantes e patéticos. É proibida qualquer análise séria e científica dessas, sendo a de Leuchter feita secretamente, provando que os governos tem algo a esconder.

Também não há prova alguma de que tenha existido qualquer política de extermínio, ordem oral ou por escrito de genocídio aos Judeus. Foi decidido que deveriam ser expulsos da Alemanha e, se possível, da Europa, porém algumas correntes da época defendiam a criação de um Estado Judaico ao leste europeu, mas nunca exterminados. O restante é pura distorção, difamação e especulação.

Graças a história do suposto Holocausto, foi tomado para os Judeus um pedaço de terra no Oriente Médio chamado Palestina, e que agora chama-se Israel. O Estado de Israel até hoje recebe bilhões de dólares de indenização da Alemanha pelos supostos crimes para se armar contra o Estado palestino. Os Judeus se tornaram um povo incriticável, pois quem os denuncia logo é taxado de “fascista” ou “nazista”. E TUDO isso depende do mito da vitimização judia do Holocausto. Os defensores da história oficial nunca realizam um debate justo com os revisionistas, mas os proíbem e os encarceram porque tem medo de que a verdade seja revelada.


7. Serei Eu um Nacional-Socialista?

Um verdadeiro Nacional-Socialista nasce predestinado a tal, não basta apenas adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que possuíam ideias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.

O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.

O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra pessoal e da consciência pelo que é correto e justo. O Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito. Estamos em busca da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a perseguir seu próprio destino em rumo à superação pessoal. O Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de uma sociedade melhor e mais digna.

Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios governos. É impossível à um Nacional-Socialista não revoltar-se contra a atual situação em que o mundo encontra-se e essa realidade doentia. Lutamos para alcançar nossa própria liberdade, a liberdade de controlarmos nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo. Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correto? Pode encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é hora de fazermos algo! É a hora de se levantar e erguer o braço direito!

Livro Compreendendo o Nacional-Socialismo em PDF

Informações extra 

O livro expõe o aspecto politico e econômico do Nacional-Socialismo outras características ainda pouco conhecidas seriam:

O veganismo e vegetarianismo.

Ecologismo.

Espiritualismo que abrange o esoterismo, ocultismo e ufologia.

A Eugenia ao que se refere a erradicação de doenças.

Culto ao corpo e mente sadia.

O Super-Homem na ideologia Nacional-Socialismo seria alguém espiritualizado e saudável com um bom porte físico que respeita os animais e a natureza dotado de poderes paranormais e um alto nível de nobreza.



Não permita que a chama se apague. 





Grato por Você existir!




Federalismo Extremo


Imaginem uma sociedade onde a Democracia é exercida diretamente pelos seus membros, sem representantes permanentes: presidentes, parlamentos ou congressos de qualquer espécie. Grupos de trabalhadores e empresas organizados em federações e confederações cada uma representando uma categoria específica. Comunidades locais gerando suas próprias leis e receita econômica, tudo especificado de forma clara em um contrato a ser assinado pelas partes interessadas. Os primeiros passos para se chegar a um federalismo aos extremos!




Não permita que a chama se apague. 





Grato por Você existir!




Matrix Terra


Entrevista telepática realizada pela enfermeira Matilda O’ Donell MacElroy da Área 51 com Airl, o único extra terrestre sobrevivente da queda do O.V.N.I. em Roswell, EUA onde expõe a Matrix aplicada ao planeta Terra pelos reptilianos draconianos Anunnaki.

Segundo Airl a Terra é dominada pelos Anunnaki a centena de milhares de anos que a princípio eram de confiança, encarregados de monitorar e povoar o planeta no projeto dos criadores extra terrestres, mas em um determinado momento deram um golpe tomando-a para si e aplicando diversas técnicas de desligamento com os demais criadores.

O primeiro golpe foi a criação dos governos e suas leis onde todos são submetidos aos seus interesses, como muitos humanos desobedeciam por ser algo divergente ao Livre Arbítrio criaram as religiões supondo que obedeceriam espontaneamente mediante as técnicas de lavagem cerebral, devoção aos deuses, chantagens emocionais e dividas morais como a lei do Karma por exemplo.

Satanás, Deus, cristo, anjos e demônios são os próprios reptilianos draconianos e todos os livros religiosos, pergaminhos, etc. são de suas autoria.

Para completar o desligamento foi criado um campo magnético envolvendo o planeta que causa amnésia e bloqueios impedindo que os humanos consigam se comunicar telepaticamente entre si e com extras terrestres.

O atual projeto dos répteis dragão é o que todos conhecem como Nova Ordem Mundial, onde os humanos serão persuadidos a aceitar um governo único mundial, um Deus único que no caso é Jesus Cristo e uma vida somente sem reencarnação o carro chefe é a Igreja Católica e seus dogmas.

Detalhes estão contido no livro em inglês "Alien Interview - Matilda O’ Donell MacElroy" disponível em pdf no link abaixo:




Não permita que a chama se apague. 





Grato por Você existir!




Movimento Anarquista


O Movimento Anarquista tem como objetivo diluir o poder centralizado em Federações Autônomas propiciando a Democracia Direta e sua principal arma são os votos nulos, brancos e abstenções. Na ultima eleição votos invalidados somaram 10% no total ao qual o Movimento reivindica para si.

Movimento Anarquista não é:

- Crime

- Desordem

- Vandalismo

- Disputa por poder ou privilégios

Anarquismo é um movimento politico que visa a Revolução Social.

Neste primeiro momento as exigências do Movimento são as seguintes:

- Fim do voto obrigatório

- Fim do serviço militar obrigatório

- Fim do governo central/federal

- Redução drástica das maquinas administrativas-governos-Estado 

- Total autonomia administrativa, legislativa e tributário aos Municípios

- Tomada das decisões pela população por meio de Plebiscitos.


Caso nossas reivindicações não forem cumpridas continuaremos invalidando votos.




JUNTEM-SE A NOSSA LUTA VOTE NULO






Não permita que a chama se apague. 





Grato por Você existir!




Deuses Socialistas


"Uma lenda diz que depois de um grande dilúvio, apenas um homem e uma mulher se salvaram, esses Mama Oclo, e Manco Capac, foram arrastados em uma balsa de Totora até as margens do lago Titicaca, esses saíram em busca de um novo lugar para viver, chegando a região do altiplano Andino, dizem que Manco Capac enterrou seu bastão e denominou aquele local de Cuzco (umbigo do mundo), dai pra frente eles iniciaram o esplendido Império Inca".

Citemos, na continuação, a Mahieu:  “A lei do sangue constitui, igualmente, a base da ordem econômica”.   “Em cada região, a terra é dividida em três partes de proporções provavelmente variáveis, as quais desconhecemos. Uma se atribui ao Sol – isto é, à Igreja; outra, ao Inka – ou seja, o Estado; a terceira – ao ayllu, que a reparte cada ano entre as famílias, proporcionalmente ao número de seus membros. Os camponeses lavram, em primeiro lugar, as terras do Sol e, logo, as que correspondem aos anciãos, às viúvas, aos enfermos e aos soldados em campanha. Depois, ocupam-se das que lhes tocam, mas a ajuda mútua é lei e, de feito, a lavoura, a semeadura e a colheita  fazem-se em comum. Por fim, cultivam as do Inka. A família dispõe livremente do produto de seu lote, e os mercados permitem certa troca. As colheitas efetuadas nas terras do Sol e do Inka servem para assegurar a subsistência do clero, da corte e dos seus funcionários. Mas o essencial delas se armazena em depósitos que se encontram em todas as aldeias e os tampu, destinados a cobrir as necessidades imprevistas da população, pois a nenhum habitante do Império pode faltar o imprescindível, assim como aos estrangeiros e viajantes, abrigados gratuitamente nos corpahuasi. 

Com suas partes, a Igreja e o Estado mantém, além disso, seus inúmeros serventes e os artesãos encarregados da construção dos templos e palácios, das obras públicas e do trabalho dos metais. As mulheres indígenas fiam e tecem, durante todo o ano, a lã e o algodão, que lhes subministram seus ayllu respectivos. Mas também recebem matéria prima que provém dos rebanhos do Sol e do Inka, para transformá-la em artigos de vestimenta, trabalho ao qual dedicam somente dois meses por ano.”  “Dois meses, igualmente, consagram os artesãos da aldeia à fabricação de objetos de metal ou alfaiataria destinados à Igreja ou ao Estado, e os jovens, a quem lhes toca, ao trabalho das minas. O ouro e a prata não têm nenhum valor mercantil, pela simples razão de que não existe no Império nem mesmo o menor comércio. Esses metais preciosos, aos quais convém agregar a platina, então desconhecida na Europa, somente servem para a decoração de templos e palácios, como também, segundo normas hierárquicas estritamente codificadas, para o adorno pessoal. 

O “Serviço de Trabalho” das mulheres, dos artesãos locais e dos mineiros não implicam, portanto, em exploração econômica alguma; é um imposto pago como mão de obra pelos ayllu e compensado pelas distribuições de víveres, roupa e objetos de uso corrente, que fazem a Igreja e o Estado aos trabalhadores e aos necessitados. Com razão, assim, pode-se falar de socialismo, com ideia de dar a essa palavra seu sentido próprio, que exclui todo o estatismo; isto é, todo monopólio capitalista pela minoria dirigente. Os impostos, em efeito, somente servem para o mantimento dos funcionários e a prestação dos serviços públicos. Contudo, esses, ainda independentemente do culto e da guerra, são consideráveis.”  “A assistência social é o mais importante. As obras públicas, incluindo os canais de rega, vêm em segundo lugar. O ensino absorve grande parte apreciável do pressuposto. Todos os filhos de incas e curacas vão à escola; em um primeiro momento, somente na capital, a partir de Inca Roca, e logo em todas as províncias, por ordem de Pachacutec. 

Aos alunos é ensinada a mitologia, a astronomia, as ciências naturais, a leitura dos quipos e, dessa forma, a moral e a arte da guerra. Os professores são amautas, membros do corpo de “filósofos e sábios” que o Estado mantém. Temos muita pouca informação a respeito de seus conhecimentos, pela simples razão de que os espanhóis eram incapazes de expô-los, por uma falta de cultura suficiente. A medicina incaica, por exemplo, era muito superior à que se praticava na Europa durante a Idade Média, sabemos disso porque se encontraram, em esqueletos, rastros de trepanações efetuadas com êxito, sem falar dos instrumentos cirúrgicos de bronze, que chegaram até nós. Algumas poesias se salvaram, assim como um drama, que demonstram um nível literário alto. Os poucos observatórios solares que os frades espanhóis não destruíram constituem provas de uma constante investigação no campo da astronomia.”  

Essa extraordinária ordem social e econômica está nos demonstrando a falácia absoluta dos sistemas democráticos modernos, aplicados indiscriminadamente – fanaticamente, como deveríamos dizer – a todos as raças e povos da terra e criando – eles sim –, o mais aberrante sistema econômico de castas, com a maior injustiça, e com as riquezas concentradas em algumas poucas mãos, quer seja no capitalismo, no livre comércio, no sistema social de mercado, ou no totalitarismo marxista. Nada disso é panaceia para os povos de cor, que hoje em dia vivem na mais degradante miséria. Que diferença com o regime incaico, com o Sistema Nacional-Socialista, também com o da antiga Índia ariana!  






Não permita que a chama se apague. 





Grato por Você existir!




Isso Era Esparta


"Em Esparta não é o dinheiro que manda e sim a coragem". (Máxima Espartana) 

Uma das cidades mais célebres da Grécia Antiga, Esparta era famosa por ser uma cidade onde tinham os guerreiros mais fortes. Situada nas margens do rio Eurotas, no sudeste da região do Peloponeso, foi uma das mais notórias cidades-estado da Grécia Antiga; conquistou a vizinha Messénia cerca do ano 700a.C. e, duzentos anos mais tarde, coligou-se a seus outros vizinhos, formando a Liga do Peloponeso. Na Guerra do Peloponeso, no século V a.C., Esparta derrotou Atenas e passou virtualmente a governar toda a Grécia, mas em 371 a.C. os outros estados revoltaram-se e Esparta foi derrubada, apesar de manter-se poderosa ainda durante mais duzentos anos.


Mitologia

Segundo os espartanos, o primeiro habitante da região se chamava Lélex. Seu neto, Eurotas deu origem ao rio Eurotas ao dragar os pântanos da Lacônia. Eurotas foi sucedido por Lacedemon, casado com Esparta. Lacedemon mudou o nome da região para o seu e fundou a cidade de Esparta. Várias gerações depois, Héracles interveio em Esparta, reinstalando o rei Tíndaro, que havia sido deposto por seu irmão Hipocoonte. Durante as invasões dóricas, Esparta foi conquistada, e a diarquia de Esparta começa com os irmãos gêmeos Eurístenes e Procles. Também, em alguns textos sobre mitologia, dizem que Ares, o deus da guerra foi criado em Esparta.


A educação em Esparta

Os cidadãos espartanos eram condenados a uma existência de privações: na maior parte de suas vidas, estavam submetidos ao serviço militar.A educação espartana, que recebia o nome técnico de agogê, apresentava as particularidades de estar concentrada nas mãos do Estado e de ser uma responsabilidade obrigatória do governo. Estava orientada para a intervenção na guerra e a manutenção da segurança da cidade, sendo particularmente valorizada a preparação física que visava fazer dos jovens bons soldados e incutir um sentimento patriótico. Nesse treinamento educacional eram muito importantes os treinamentos físicos, como salto, corrida, natação, lançamento de disco e dardo. Nos treinamentos de batalha, as meninas se dedicavam ao arco e flecha. Já os meninos eram especialistas em combate corporal, assim como em táticas defensivas e ofensivas.


Desde o nascimento até a morte

De acordo com Plutarco (50-120 d.C.), quando nascia uma criança espartana, pendurava-se na porta da casa um ramo de oliveira (se fosse um menino) ou uma fita de lã (se nascesse uma menina). Havia rituais privados de purificação e reconhecimento da criança pelo pai, além de uma festa de nascimento conhecida como genetlia, na qual o recém-nascido recebia um nome e presentes de parentes e amigos.

Desde o nascimento até a morte, o espartano pertencia ao Estado. Os recém-nascidos eram examinados por um conselho de anciãos que ordenava eliminar os que fossem portadores de deficiência física ou mental ou não fossem suficientemente robustos (uma forma de eugenia). As crianças Espartanas eram espancadas pelos pais para se tornarem mais fortes, e, se não fossem, morreriam.

A partir dos sete anos de idade, os pais (cidadãos) não mais comandavam a educação dos filhos. As crianças eram entregues à orientação do Estado, que tinha professores especializados para esse fim. Os jovens viviam em pequenos grupos, levando vidas muito austeras, realizavam exercícios de treino com armas e aprendiam a táctica de formação.

A educação espartana, supervisionada por um magistrado especial, o paidónomo, compreendia três ciclos, distribuídos por três anos:

- Dos sete aos onze anos;
- Dos doze aos quinze anos;
- Dos dezesseis aos vinte anos (a efebia).


Vejamos alguns dos métodos da educação espartana, tendo como base o relato dos historiadores gregos: 

Em lugar de proteger os pés com calçados, as crianças eram obrigadas a andar descalças, a fim de aumentar a resistência dos pés. Usavam um só tipo de roupa o ano inteiro, para que aprendessem a suportar as oscilações do frio e do calor.

A alimentação era bem controlada. Se algum jovem sentisse fome em demasia, era permitido e até estimulado que furtasse para conseguir alimentos

Castigavam-se com chibatadas, entretanto, aqueles que fossem apanhados roubando - não por terem roubado, mas por terem sido apanhados - pois acreditava-se que era bom para a formação aprender a lutar contra a fome, e ser ousado e esperto.

No Limnaeum havia um altar a Ártemis, com uma estátua de madeira que, supostamente, fora trazida por Orestes e Ifigênia da Táurida. Um oráculo havia sido dado aos espartanos, que eles deviam cobrir esta estátua com sangue. No início, eles sorteavam quem seria sacrificado, mas Licurgo mudou o costume, e fez com que os meninos fossem chicoteados no altar.

Na adolescência, os jovens eram encarregados dos serviços de segurança na cidade. Qualquer cidadão adulto podia vigiá-los e puni-los. O respeito aos mais velhos era regra básica. Às refeições, por exemplo, os jovens deviam ficar calados, só respondendo de forma breve às perguntas que lhes fossem feitas pelos
adultos.

Com sete anos, o jovem espartano entrava no exército. Mas só aos trinta anos de idade adquiria plenos direitos políticos, podendo, então, participar da Assembleia do Povo ou dos Cidadãos (Apela).
Depois de concluído o período de formação educativa, os cidadãos de Esparta, entre os vinte e os sessenta anos, estavam obrigados a participar na guerra. Continuavam a viver em grupos e deviam tomar uma refeição diária nos chamados syssitia.

Para o historiador italiano Franco Cambi, a educação desenvolvida em Esparta e Atenas constitui dois modelos educativos diferentes. Em Esparta, a perspectiva militar orientava a formação de cidadãos-guerreiros, defensores do Estado. Já em Atenas, predominava um tipo de formação mais livre e aberta, que, de modo mais amplo, valorizava o indivíduo e suas capacidades.


A educação dos homens

Os homens (esparciatas) eram mandados ao exército aos sete anos de idade, onde recebiam educação e aprendiam as artes da guerra e desporto. Aos doze anos, eram abandonados em penhascos sozinhos , nus e sem comida. Aos 18 anos, voltavam a Esparta, e até os 30 anos de idade eram considerados cidadãos de segunda classe, sem direito a voto, por exemplo. Podiam ser agredidos por qualquer esparciata acima de 30 anos, ficavam nus e recebiam pouca comida Os jovens poderiam atacar a qualquer momento servos (hilotas), a fim de lutar e se preparar para a guerra, mas, se fossem mortos por ele, o servo receberia dois dias de folga (por conseguir matar alguém que não era bom o bastante para o exército espartano). Existia uma temporada de caça aos hilotas, para treinarem os jovens para a guerra.

O homem que conseguisse viver até os trinta anos tornava-se um oficial, voltando ao quartel com todos os direitos de cidadão espartano, além de direito ao voto, direito a ter relações sexuais com mulheres e direito a casar. Os homens engravidavam suas mulheres, casavam-se com elas e voltavam ao quartel depois de deixá-las grávidas em suas casas. Aos sessenta anos, poderiam ir para a casa de suas esposas para viver com elas.


A educação das mulheres

As mulheres recebiam educação quase igual à dos homens, participando dos torneios e atividades desportivas. O objetivo era dotá-las de um corpo forte e saudável para gerar filhos sadios e vigorosos. Consistia na prática do exercício físico ao ar livre, com a música e a dança relegadas para um segundo plano (ao contrário do que tinha sucedido na Época Arcaica). Assim como os homens, também iam aos quartéis quando completavam sete anos de idade para serem educadas e treinadas para a guerra mas dormiam em casa, onde recebiam da mãe aulas de educação sexual, assim que atingiam a chamada menarca (primeira menstruação), começavam a receber aulas práticas de sexo, para gerarem bons cidadãos para o estado, aulas onde se usavam escravos, com coito interrompido para não engravidarem de hilotas (servos) e recebiam também uma educação mais avançada que a dos homens já que seriam elas que trabalhariam e cuidariam da casa enquanto seus maridos estivessem servindo ao exército.

Assim que atingiam a maturidade (entre dezenove e vinte anos) elas pediam a autorização ao estado para casarem, passando por um teste para comprovar sua fertilidade (engravidavam de um escravo que era só para a reprodução, sendo muito bem tratado e alimentado e morto aos 30 anos, pois era considerado velho.

O filho que ela tinha com esse escravo era morto e a mulher conseguia sua autorização para casar), caso elas não conseguissem engravidar, eram mandadas aos quartéis para, assim como os homens, servir ao exército espartano.

A mulher espartana podia ter qualquer homem que quisesse, mesmo sendo casada, já que seus maridos ficavam até os 60 anos de idade servindo ao exército nos quartéis, e podia também requisitar o seu marido ao general do quartel, mas o mesmo não poderia ser feito pelos homens. Muitos filhos era sinal de vitalidade e força em Esparta, assim, quanto mais filhos a mulher tivesse, mais atraente ela seria, podendo engravidar de qualquer esparciata, mas o filho desta seria considerado filho do seu marido.


Política Espartana

Reis: a cidade era governada por dois reis que possuíam funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.

Assembléia: constituída pelos cidadãos, que se reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição de leis.

Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade que eram votadas pela Assembléia.

Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos poderes administrativos, militares, judiciais e políticos. Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de governo.



Religião em Esparta

A religião ocupou em Esparta um lugar mais importante do que em outras cidades. O grande número de templos e santuários é disso revelador: quarenta e três templos dedicados a divindades, vinte e dois templos de heróis, uma quinzena de estátuas de deuses e quatro altares. A esta lista é necessário juntar os numerosos monumentos funerários, dado que em Esparta os mortos eram enterrados no interior das muralhas, sendo que alguns destes monumentos funcionaram como locais de culto.


Divindades

As divindades femininas desempenharam em Esparta um papel bastante importante: dos cinquenta templos mencionados por Pausânias, trinta e quatro estão dedicados a deusas. A deusa Atena era a mais adorada de todas. O deus Apolo tinha poucos templos, mas a sua importância era crucial: desempenhava um papel em todas as festas espartanas e o monumento mais importante na Lacónia era o trono de Apolo em Amyclai.

Outro traço distintivo era o culto aos heróis da guerra de Tróia. Segundo Anaxágoras, Aquiles era aqui adorado como um deus e Esparta tinha dois santuários dedicados a ele. Outras personagens de Troia honradas por Esparta foram Agamenon, Menelau, Cassandra, Clitemnestra e Helena Esparta prestava também culto a Castor e Pólux. A tradição afirmava mesmo que teriam nascido na cidade. A dualidade das personagens faz lembrar a existência de dois reis em Esparta. Vários milagres foram-lhes atribuídos, sobretudo relacionados com a defesa dos exércitos espartanos (representações dos gémeos em ânforas eram levadas para o campo de batalha ao lado dos reis).

Atena era a deusa mais adorada em Esparta

Por último, Hércules era, em Esparta, uma espécie de "herói nacional". Segundo a tradição, o herói teria ajudado Tíndaro a reconquistar o seu trono. O tema dos "Doze Trabalhos" foi largamente explorado pela iconografia espartana.


Sacrifícios e sinais divinos

Como consequência do exposto, os sacerdotes desempenhavam um papel importante em Esparta. Os dois reis tinham eles próprios um estatuto de sacerdotes: estavam encarregues de realizar os sacrifícios públicos, que eram bastante valorizados, sobretudo em tempos de guerra. Antes da partida de uma expedição militar, efetuava-se um sacrifício a Zeus; no momento em que se passavam as fronteiras realizava-se a Zeus e Atena e antes da batalha a Ares Enyalios. Várias anedotas mostram o respeito dos espartanos pelas festas e sinais divinos, ao ponto de abandonarem o campo de batalha perante augúrios desfavoráveis, como quando Cleômbroto abandonou a defesa do istmo de Corinto por causa de um elipse.


O Agoge - Educação espartana.




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Sorria! Você Esta Sendo Manipulado


Vídeo no YouTube que teria vazado de uma organização secreta, uma espécie de apresentação dirigida a novos membros sobre seus objetivos, revelaria como estão agindo com o propósito de criar uma sociedade melhor utilizando métodos nada ortodoxos pela centralização do poder global em suas mãos. Segundo o vídeo fazendo uso dos governos mundiais, da economia, da educação pública e religiões.




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La Cecilia +14 (Legenda pt/br)


Giovanni Rossi, um anarquista italiano, que havia escrito um romance no qual descreve uma comunidade onde todos conviviam livres, sem leis e patrões, encontra-se com o imperador D. Pedro II, que interessado por suas ideias, oferece-lhe um lote de terra num país que ele descreve como jovem e pouco povoado -- o Brasil -- para que Rossi realize a experiência descrita no livro, no estado do Paraná.

Rossi chega ao Brasil com um pequeno grupo e iniciam a colônia La Cecilia.

Ocorre então a proclamação da república e a comunidade terá de lidar com novas leis, e uma nova tratativa por parte do governo recém-estabelecido.

Em La Cecilia terão de lidar com sentimentos possessivos entre si, e tentarão conviver, na prática, com a emancipação feminina, amor livre, e a extinção de paternidade e família.

NÃO RECOMENDÁVEL À MENORES DE CATORZE ANOS.




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Maconha Previne Câncer



Cannabis pode efetivamente tratar o câncer? Cannabis tem muitos usos fascinantes, como a expansão da consciência, auto-revelação, e auxílio de meditação, juntamente com suas características medicinais fascinantes, tais como a capacidade de aliviar a dor, náuseas, tonturas, et cetera. Os efeitos profundos esta substância pode ter sobre o corpo, mente e espírito tem sido um tema de interesse humano durante o tempo que registrou a história em si. Verificou-se para aliviar os sintomas e trazer conforto para aqueles que experimentam convulsões, náusea, dor de nervos, esclerose múltipla, e de ansiedade, entre outras coisas. 

Muitas pessoas diferentes, com uma grande variedade de doenças e enfermidades atestar a tranquilidade e alívio sentido de usar a cannabis como uma verdadeira medicina. Foi dito que, com o respeito e a devida atenção que merece cannabis, que potencialmente poderiam substituir prescrição pílulas para dormir, analgésicos, antidepressivos, pílulas náuseas e uso de ansiolíticos. Talvez o tema mais popular do debate quando deliberar a relevância da Cannabis em a prática da medicina é se é ou não, na verdade, pode curar o câncer. A alegação de que a maconha pode curar o câncer tem sido contestada por muitos anos e foi confirmado por pesquisadores que a cannabis não têm a capacidade de reduzir o crescimento do tumor através da indução de morte celular e a inibição do crescimento celular. Ele também ajuda por aliviar os sintomas associados ao câncer e quimioterapia e fornecer a imbiber com uma atitude positiva e perspectivas para sua batalha. Cannabis começa a ter um papel central no tratamento de cancro e da doença humana em geral.

Através de nossa grande estudo do passado, foi descoberto que a cannabis tem sido reconhecido e apreciado por seus benefícios medicinais de várias civilizações ao longo da história. Imperador Fu Hsi, imperador chinês entendido ter vivido em algum momento entre 2900 aC e 1600 aC, foi encontrado para ter referido Ma, chinês para Cannabis, como sendo um remédio popular para o corpo e caráter, uma vez que possui tanto yin e yang . Também verificou-se que a múmia de Ramsés II do Egito está coberto de vestígios de pólen Cannabis; os egípcios, supostamente usado Cannabis para tratar glaucoma, inflamação e arrefecimento do útero. Aparentemente, ele pode ser lido no Zend-Avesta, o antigo texto religioso persa, que Cannabis foi considerado o mais importante de 10.000 conhecidas plantas medicinais. Também foi descoberto que o texto médico romano sugere que Cannabis foi usada para tratar dores de ouvido e desejo sexual. 

A partir de hoje, Cannabis foi descriminalizada na maior parte do mundo e está rapidamente se tornando legalizado por mais e mais países. Aparentemente Cannabis, ao contrário do que a maioria iria pensar, é totalmente legal na Coreia do Norte e pode ser comprado como simplesmente como qualquer outra erva ou grão de um lugar de mercado. Nos Estados Unidos, 23 estados já legalizaram Cannabis médicos e quatro estados já legalizaram-lo para fins recreativos. O valor da Cannabis como medicamento está sendo realizado, assim como tem sido no passado. É uma vergonha que os Estados Unidos passaram por quase um século, onde os pacientes que poderiam ter realmente beneficiaram dos efeitos incríveis de Cannabis estavam sem ele, devido às leis e regulamentos. 

A calúnia contra esta erva extraordinária pode finalmente estar chegando ao fim, altura em que será mais fácil para nós para desenvolver uma compreensão ainda melhor do que todos os Cannabis pode ser usado para tratar e como suas propriedades místicas e medicinais pode ajudar as pessoas ainda mais . Um extenso cronograma criado a partir de uma compilação de fontes confiáveis ​​para qualquer um interessado na longa história da Cannabis como uma medicina física e espiritual.

Fonte: TimeWheel.Net



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Top List Partidos Corruptos 2014


Do MCCE - Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde 2000. O DEM, com 69 cassações, tem o equivalente a 9,02% de todos os políticos cassados no período de apuração, sendo o campeão. Os dados foram computados em 2007 e publicados em 2009. 

Repare que nesta lista de partidos com políticos corruptos estão os eleitos desde a primeira eleição direta realizada a poucas décadas, repare que nada mudou até o momento e não parece que vai mudar nestas eleições.

Os dados estão desatualizados atualmente estes números são bem maiores, clique aqui para acessar o dossiê na íntegra.

O que quer dizer afinal uma lista com partidos com políticos envolvidos direto ou indiretamente em corrupção?

_Quer dizer que seus interesses são mesquinhos e o dinheiro público estão em péssimas mãos indo diretamente para o ralo e quer dizer acima de tudo mesmo que suas promessas sejam grandiosas e promissoras não serão cumpridas pelo simples fato de que não é possível confiar em pessoas corruptas.



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